Igreja centenária é destruída em incêndio criminoso no Canadá; suspeito é preso
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Uma igreja com mais de um século de história foi completamente destruída por um incêndio criminoso na província de New Brunswick, no Canadá. O caso provocou comoção entre moradores da região e reacendeu o debate sobre os ataques a templos religiosos no país.
A Igreja Católica de Saint-Simon, localizada próxima à cidade de Caraquet, foi consumida pelas chamas na madrugada de 24 de agosto. Segundo a Polícia Montada do Canadá (RCMP), o incêndio foi provocado de forma intencional e resultou na perda total da estrutura histórica.
Dias após o incidente, as autoridades anunciaram a prisão de um homem de 68 anos suspeito de envolvimento no crime. A investigação continua para esclarecer as motivações do ataque.
Moradores da região relataram profundo impacto emocional diante da destruição do templo, considerado um dos principais símbolos da comunidade local.
A igreja não era apenas um local de culto, mas também um espaço de encontro para famílias que frequentavam a paróquia há gerações. Líderes católicos descreveram a destruição como uma perda irreparável para o patrimônio religioso e cultural da região.
Uma moradora entrevistada pela imprensa canadense afirmou que a igreja representava “a alma e o coração” da comunidade de Saint-Simon, destacando seu papel central na vida social e espiritual dos habitantes.
O caso ocorre em um contexto de preocupação crescente com atos de vandalismo e incêndios contra igrejas no Canadá. Nos últimos anos, dezenas de templos cristãos foram alvo de ataques, investigações criminais e episódios de destruição em diferentes províncias do país.
Embora as circunstâncias variem de caso para caso, líderes religiosos têm alertado para o aumento da hostilidade contra símbolos e instituições cristãs, defendendo maior proteção aos locais de culto.
As autoridades canadenses continuam reunindo provas e ouvindo testemunhas para determinar todos os detalhes do incêndio. Enquanto isso, membros da paróquia já discutem formas de preservar a memória da igreja e avaliar a possibilidade de reconstrução do templo no futuro.
Fonte: Folha Gospel